A CORRUPÇÃO HUMANA



Romanos 7.18-19

            O povo brasileiro compareceu às urnas elegendo vereadores e prefeitos. Em algumas cidades haverá segundo turno para eleição de prefeito. Dentro desse processo chamou à atenção a quantidade de votos nulos e brancos. A maior taxa de abstenção entre as capitais em 2016 e o maior índice de votos brancos e nulos desde a implementação das urnas eletrônicas, em 1996, foram registrados no município do Rio de Janeiro durante a votação do primeiro turno, no último domingo (2). Somados, 42,54% dos eleitores da cidade não confiou a nenhum candidato o seu voto” (Globo).
            A falta de confiança é devida às notícias de corrupção nos governos. Mas, uma nação corrupta pode ter uma classe política justa?
            O apóstolo Paulo, em Romanos 7.18-19, considera a depravação total, que justifica a prática do mal pela humanidade, que deve esperar na graça divina.
            A corrupção, com a qual temos convivido, começou no Éden, quando o primeiro casal não perseverou na palavra do Senhor. E   continua hoje, sendo percebida no que chamamos de “jeitinho brasileiro” ou em atos criminosos mais graves.
            Onde está a solução para a corrupção? A verdade é que não veremos a corrupção desaparecer totalmente. Mas, à medida que as pessoas melhorarem como pessoas, teremos a diminuição da corrupção.
            A Igreja deve insistir em chamar ao arrependimento e à fé. Jesus é o único que pode transformar a realidade brasileira. Não há esperança fora dele.

Rev. Mário Lopes

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