sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pastoral 28.10.2012


ESTUDANDO A CONFISSÃO DE FÉ
CAPÍTULO XXII
DOS JURAMENTOS LEGAIS E DOS VOTOS
I. O Juramento, quando lícito, é uma parte do culto religioso pelo qual o crente, em ocasiões necessárias e com toda a solenidade, chama a Deus por testemunha do que assevera ou promete; pelo juramento ele invoca a Deus para julgá-lo segundo a verdade ou falsidade do que jura.
Ref. Deut. 10:20; Exo..20:7; Lev. 19:12; II Cor. 1:23; II Cron. 6:22-23.
II. O único nome pelo qual se deve jurar é o nome de Deus, nome que se pronunciará com todo o santo temor e reverência; jurar, pois, falsa ou temerariamente por este glorioso e tremendo nome ou jurar por qualquer outra coisa é pecaminoso e abominável, contudo, como em assuntos de gravidade e importância o juramento é autorizado pela palavra de Deus, tanto sob o Novo Testamento como sob o Velho, o juramento, sendo exigido pela autoridade legal, deve ser prestado com referência a tais assuntos.
Ref. Deut. 6:13; Jer. 5:7; Mat. 5:34,.37; Tiago 5:12; Heb. 6:16; I Reis 5:31;
III. Quem vai prestar um juramento deve considerar refletidamente a gravidade de ato tão solene e nada afirmar de cuja verdade não esteja plenamente persuadido, obrigando-se tão somente por aquilo que é justo e bom e que tem como tal, e por aquilo que pode e está resolvido a cumprir. É, porém, pecado recusar prestar juramento concernente a qualquer coisa justa e boa, sendo ele exigido pela autoridade legal. IV. O juramento deve ser prestado conforme o sentido claro e óbvio das palavras, sem equívoco ou restrição mental. Não pode obrigar a pecar, mas sendo prestado com referência a qualquer coisa não pecaminosa, obriga ao cumprimento, mesmo com prejuízo de quem jura. Não deve ser violado, ainda que feito a hereges ou infiéis. V. O voto é da mesma natureza que o juramento promissório; deve ser feito com o mesmo cuidado religioso e cumprindo com igual fidelidade. VI. O voto não deve ser feito a criatura alguma, mas somente a Deus; para que seja aceitável, deve ser feito voluntariamente, com fé e consciência de dever, em reconhecimento de misericórdias recebidas ou para obter o que desejamos. Pelo voto obrigamo-nos mais restritamente aos deveres necessários ou a outras coisas, até onde ou quando elas conduzirem a esses deveres. VII. Ninguém deve prometer fazer coisa alguma que seja proibida na palavra de Deus ou que embarace o cumprimento de qualquer dever nela ordenado, nem o que não está em seu poder cumprir e para cuja execução não tenha promessa ou poder de Deus; por isso os votos monásticos que os papistas fazem do celibato perpétuo, pobreza voluntária e obediência regular, em vez de serem graus de maior perfeição, não passam de laços supersticiosos e iníquos com os quais nenhum cristão deve embaraçar-se. 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Quarta MAIOR - Missão e Evangelização


Um trabalho Missionário e Evangelístico. 

Objetivo: Evangelizar os colaboradores, amigos, vizinhos e moradores do INPAR que ainda não professaram sua fé, e também os vizinhos do bairro que serão convidados!

Compre essa ideia! Junte-se a nós!

Convide seus amigos de trabalho, faculdades, do condomínio, etc. Será uma grande festa!!!

Venha adorar conosco pelo: Ar que você respira, pelos estudos, pelo trabalho, pelos amigos, pela família, pelo pão de cada dia que tem na sua mesa, emfim, seja sempre grato ao Pai Criador, somos feitos para adorá-lo sempre!

Estamos muito felizes em poder contar com a presença de todos vocês!

Programação: Quarta da Adoração! Grande culto de Missões e adoração ao Rei!

Local: Congregação Presbiteriana do INPAR
Data: 31.10.2012 (Quarta-feira)
Horário: 19:30

Convidados para participação especial:

Pregação: Rev. Raphael Farves - Igreja Presbiteriana de Tomaz Coelho
Louvor com Pandeiros - I.P.Bosque Freguesia
Louvor Especial - Irmã Terezinha - I.P.Jacarepaguá

Por favor, confirmem suas ilustres presenças!

Na paz,

Pb. Benny Caldas
Igreja Presbiteriana do Anil - IPB

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Pastoral 21.10.2012


ESTUDANDO A CONFISSÃO DE FÉ
CAPÍTULO XXI
DO CULTO RELIGIOSO E DO DOMINGO
VI. Agora, sob o Evangelho, nem a oração, nem qualquer outro ato do culto religioso é restrito a um certo lugar, nem se torna mais aceito por causa do lugar em que se ofereça ou para o qual se dirija, mas, Deus deve ser adorado em todo o lugar, em espírito e verdade - tanto em famílias diariamente e em secreto, estando cada um sozinho, como também mais solenemente em assembleias públicas, que não devem ser descuidosas, nem voluntariamente desprezadas nem abandonadas, sempre que Deus, pela sua providência, proporciona ocasião.
Ref. João 5:21; Mal. 1:11; I Tim. 2:8; João 4:23-24; Jer. 10: 25; Jó 1:5; II Sam. 6:18-20; Deut.6:6-7; Mat. 6: 11, e 6:6; Isa. 56:7; Heb. 10:25; Prov. 5:34; At. 2:42.
VII. Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção do tempo seja destinada ao culto de Deus, assim também em sua palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito que obriga a todos os homens em todos os séculos, Deus designou particularmente um dia em sete para ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão.
Ref. Exo. 20:8-11; Gen. 2:3; I Cor. 16:1-2; At. 20:7; Apoc.1:10; Mat. 5: 17-18.
VIII. Este sábado é santificado ao Senhor quando os homens, tendo devidamente preparado os seus corações e de antemão ordenado os seus negócios ordinários, não só guardam, durante todo o dia, um santo descanso das suas próprias obras, palavras e pensamentos a respeito dos seus empregos seculares e das suas recreações, mas também ocupam todo o tempo em exercícios públicos e particulares de culto e nos deveres de necessidade e misericórdia.
Ref. Exo. 16:23-26,29:30, e 31:15-16; Isa.58:13.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Presidentes do SC - IPB (Todos)

Presidentes e Moderadores da IPB

Desde a chegada do Presbiterianismo no Brasil em 1859, através do rev. Ashbell Green Simonton, a Igreja Presbiteriana do Brasil é regida através de Concílios superiores, com moderadores e presidentes.
Até 1937 eram escolhidos moderadores mediante voto de delegados, com mandatos de um ano, e sua função era dirigir as reuniões da Assembléia Geral.
Após essa data, a IPB adota presidentes do Supremo Concílio, com mandatos de quatro anos mediante voto, e que tem, entre outras tarefas, representar civilmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, gerir e zelar por toda a vida da igreja.
Presidentes e Moderadores da IPB
Conheça os presidentes do Supremo Concílio da IPB e líderes da Igreja Presbiteriana do Brasil desde 1859.

Rev. Ashbel Green Simonton 1859
Fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil
Rev. Alexander Latimer Blackford
Presbitério do Rio de Janeiro 1865 a 1868 e 1884
Sínodo do Brasil - 1888
Rev. Francis Joseph Christopher Schneider
Presbitério do Rio de Janeiro 1869 e 1872
Rev. Robert Lenington
Presbitério do Rio de Janeiro 1870, 1871 e 1876
Rev. George Whitehill Chamberlain
Presbitério do Rio de Janeiro 1873, 1874 e 1877
Rev. Modesto Perestrelo Barros de Carvalhosa
Presbitério do Rio de Janeiro 1875, 1883
Sínodo do Brasil 1906
Rev. Miguel Gonçalves Torres
Presbitério do Rio de Janeiro 1878 e 1887
Sínodo do Brasil 1891
Rev. John Beatty Howell
Presbitério do Rio de Janeiro 1879
Rev. João Fernandes Dagama
Presbitério do Rio de Janeiro 1880
Rev. Antônio Bandeira Trajano
Presbitério do Rio de Janeiro 1881
Sínodo do Brasil 1894 e 1896
Rev. Antônio Pedro de Cerqueira Leite
Presbitério do Rio de Janeiro 1882
Rev. Eduardo Carlos Pereira
Presbitério do Rio de Janeiro 1885
Rev. José Zacarias de Miranda e Silva
Presbitério do Rio de Janeiro 1886
Rev. John Merrill Kyle
Sínodo do Brasil 1897
Rev. Samuel Rhea Gammon
Sínodo do Brasil 1900
Rev. João Ribeiro de Carvalho Braga
Sínodo do Brasil 1903
Rev. Álvaro Emygdio Gonçalves dos Reis
Assembléia Geral 1910 e 1920
Rev. Roberto Frederico Lenington
Assembléia Geral 1912
Rev. John Rockwell Smith
Assembléia Geral 1915
Rev. Horace Selden Allyn
Assembléia Geral 1916
Rev. Mattathias Gomes dos Santos
Assembléia Geral 1917 (vice) e 1926
Rev. Constâncio Homero Omegna
Assembléia Geral 1918
Rev. Alva Hardie
Assembléia Geral 1922
Rev. Erasmo de Carvalho Braga
Assembléia Geral 1924
Rev. José Carlos Nogueira
Assembléia Geral 1928
Supremo Concílio 1942
Rev. Coriolano Dias de Assunção
Assembléia Geral 1930
Rev. Miguel Rizzo Junior
Assembléia Geral 1932
Rev. Cícero Siqueira
Assembléia Geral 1934
Rev. Galdino Moreira
Assembléia Geral 1936
Rev. William C. Kerr
Supremo Concílio 1938
Rev. Natanael Cortez
Supremo Concílio 1946
Rev. Benjamim Moraes Filho
Supremo Concílio 1950
Rev. José Borges dos Santos Junior
Supremo Concílio 1954 e 1958
Rev. Amantino Adorno Vassão
Supremo Concílio 1962
Rev. Boanerges Ribeiro
Supremo Concílio 1966, 1970, 1974
Presb. Paulo Breda Filho
Supremo Concílio 1978, 1982
Rev. Edésio de Oliveira Chequer
Supremo Concílio 1986, 1990
Rev. Guilhermino Cunha
Supremo Concílio 1994, 1998



Rev. Roberto Brasileiro
Supremo Concílio 2002, 2006, 2010, 2014(Até 2018).

Fonte: Portal IPB