segunda-feira, 25 de julho de 2016

A INCREDULIDADE DO CRENTE



                “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto” (Hb 3.7-8).
               
Há incredulidade entre os crentes?
Vejamos o que diz João 20.24-25: “Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.” De outra feita estava Jesus reunido com o seus discípulos, quando chamou Tomé para que tocasse em suas feridas, dizendo não seja incrédulo, mas crente. Ainda disse Jesus: “Por que me vistes, creste? Bem-aventurado os que não viram e creram” (v. 29). Duvidar dos fatos, não esperar nas promessas, desobedecer são atitudes de quem não está no melhor estado de crente (Jo 20.26-29)
A vida do crente segue um caminho diferente da vida do não crente. A violência, a imoralidade, os vícios são problemas que têm origem comum – a incredulidade. O homem longe de Deus não tem direção, está na escuridão, suas ações são desordenadas. Agora, entre os crentes, também há comportamento como o daqueles que não creem, o que é muito preocupante.
A Palavra de Deus tem sido pregada, mas muitos corações permanecem empedernidos, duros como pedra, sem considerar a orientação que vem do Senhor: “Não endureçais o vosso coração”.
Várias são as consequências da incredulidade. A incredulidade não permite que o homem viva em paz. Ainda que não haja conflito, a preocupação com o que vem após túmulo lhe tira a paz. Isso pode ser melhor entendido quando atentamos para as palavra de Jesus, quando diz: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim” (Jo 14.1).
 A incredulidade afasta o homem de Deus e, consequentemente, das promessas. Os filhos de Israel que saíram do Egito não entraram na terra prometida, ficando pelo deserto.
Não abandonemos a ideia de que no Senhor somos mais que vencedores. A perseverança deve acompanhar aqueles que conhecem a Palavra do Senhor. A dúvida atrapalha a caminhada.
Conservemos o coração amolecido diante da Palavra de Deus.

Rev. Mário Lopes

A FAMÍLIA NO SERVIÇO A DEUS



Josué 24.14-15

            Desejamos que o nosso lar seja agência do Reino de Deus ou filial do inferno?
            Em Josué 24.14-15, vemos o povo de Israel sendo confrontado. Josué espera que todos decidam por servir a Deus, porque, no coração dele, já está resolvido a servir ao Senhor com toda a sua família.
Pensamos em missão entendo que devemos mudar de país, alcançando pessoas distantes. Mas nos esquecemos de que bem próximo estão pessoas pelas quais devemos lutar e insistir para que busquem a palavra do Senhor: são nossos familiares.
O povo de Israel foi muito influenciado no Egito, o que explica a falta de firmeza diante do Senhor. Os nossos familiares, por onde andam, sofrem também várias influências, inclusive no sentido religioso. Se não houver um posicionamento firme com respeito à vida espiritual que desejamos para a nossa família, veremos todos longe do Senhor e da sua palavra.
Alguém precisará trabalhar pela família, tendo o propósito semelhante ao de Josué. Nem todos estão convertidos. Prega a palavra a tempo e fora de tempo, como ensinou o Apóstolo Paulo. Um moço que chegava drogado em casa, enquanto estava na cama ouvia músicas evangélicas colocadas por alguém que queria vê-lo liberto. Hoje ele testemunha do amor de Deus e trabalha na casa do Senhor.
Há muitos modos de evangelizar. Evangelizemos!
Pastor

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Nunca estamos sozinhos





Disse Jesus: “... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28.20)

            A solidão é a realidade de muitas pessoas. Existem ainda as pessoas que vivem com a sensação de estarem sós.
            No texto de Mateus 28.20 vemos uma promessa de Jesus, feita depois de ordenar aos discípulos que batizassem e ensinassem o que ele ensinou.
            Em Êxodo 13.17-23 lemos sobre uma manifestação maravilhosa da presença de Deus no meio do povo de Israel. E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite. Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite (vv.21 e 22). Percebemos neste texto o cuidado do Senhor para com o seu povo. O lamentável é saber que com toda esta manifestação povo continuou rebelde contra Deus.
            Alguns acontecimentos nos perturbam. Nesta hora, pensamos estar sozinhos, o que pode nos levar a fazer como faz o solitário, que busca por ele mesmo encontrar uma solução e que se desespera, desanima e perde a esperança ao constatar que, sozinho, não é capaz de encontrá-la.  
            A certeza da presença de Deus na nossa vida faz toda diferença. Se parece demorado o que esperamos, se as conquistas parecem impossíveis, se a situação não está como gostaríamos, nada disto importa se Deus está conosco.  E, creia, ele está sempre ao nosso lado. Importa-nos, então, fazer a vontade dele.      

Rev. Mário Lopes 
Pastor IP Anil