sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A Igreja foi criada para crescer


Nesse que é para todos nós o “Ano da Renovação e do crescimento”, lutemos, trabalhemos, oremos, para que como Igreja, cresçamos. Qualitativa e quantitativamente.
TEXTO BASE: Mateus 28.18-20
O crescimento da igreja deve ser equilibrado: qualitativo e quantitativo. Crescer em qualidade de vida, em intimidade com Deus, na oração e em santidade e no caráter de Cristo. Crescer em quantidade, em número de pessoas salvas pelo sangue de Jesus. De modo algum podemos concordar que nossos filhos, parentes, amigos e estranhos que passam por nós continuem caminhando para o inferno, sem Cristo e sem salvação sem que nossa alma sinta dor, tristeza e  responsabilidade. Temos uma missão: “‘Indo’ e fazei discípulos de todas as nações.” Não é uma sugestão: “Ah, se quiserem e tiveram animados, levem o evangelho às nações, se não, fiquem aí ociosos!”. Nada disso. É uma ordem do Senhor Jesus.
PARA TODA REALIZAÇÃO HÁ UM PREÇO: Olhemos sempre para Jesus. Ele pagou o alto preço para realizar a obra da redenção e fundar a Sua Igreja. O apóstolo Pedro fala que o custo do resgate pago por Cristo, para a nossa redenção, foi altíssimo: “Sabendo que não foi mediante cousas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo.” (1 Pedro1.18,19). Para continuarmos com a obra de Cristo precisamos pagar o preço da renúncia, do sofrimento, da injúria e da entrega total da nossa vida ao Senhor. Para toda realização há um preço a ser pago. Não existe cristianismo sem cruz; não existe vida sem morte.
PARA TODO ALVO HÁ UM OPONENTE: Se você não souber para onde está indo, você poderá chegar a um lugar indesejável. Precisamos, portanto, ter alvos claros e definidos. Paulo dizia: “Prossigo para o alvo.” (Fp 3.14a). Para todo alvo há um oponente. Jesus, para alcançar o alvo do seu ministério, suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo. (Hebreus 12.3). Conosco não é diferente, bem como no ministério da Igreja. O nosso alvo é a santidade de Deus. A nossa visão é sermos uma grande igreja missionária. E na busca destes alvos teremos que enfrentar oponentes. E o primeiro oponente a ser vencido sou eu mesmo, com todos os meus pecados e minhas limitações. Há oponentes internos e externos, espirituais e materiais, visíveis e invisíveis. Para todo alvo há sempre, pelo menos, um oponente.
PARA TODA VITÓRIA HÁ UM PROBLEMA: A Bíblia diz que em Jesus Cristo somos mais que vencedores. Ele já garantiu a nossa vitória. A realidade, porém, é que para tomarmos posse desta vitória enfrentamos muitos problemas. Para entrarmos no reino de Deus passaremos por muitas tribulações (Atos 14.22). Paulo teve um ministério frutífero e vitorioso. Este ministério vitorioso foi marcado por muitos problemas: “Porque, chegando nós à Macedônia, nenhum alívio tivemos; pelo contrário, em tudo fomos atribulados: lutas por fora, temores por dentro.” (2 Coríntios 7.5). Ser vitorioso é ser um solucionador de problemas. Vencer é superar e conviver com problemas. Para toda vitória há um problema.
PARA TODO TRIUNFO HÁ UMA RECOMPENSA: A principal motivação que leva uma pessoa a empreender é a recompensa. E a Bíblia afirma que “o nosso trabalho no Senhor não é vão” (1 Coríntios 15.58). Se desempenharmos bem a nossa tarefa, ouviremos da boca de Deus o seguinte elogio: “Muito bem, servo bom e fiel.” (Mateus 25.21). Este é o maior elogio e a maior recompensa que alguém pode receber (2 Coríntios 10.18). Um elogio assim motiva-nos a gastar a vida fazendo a vontade de Deus. Ele é o Deus que recompensa. Lembre-se: “Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos.” (Hebreus 6.10). Não espere recompensas e reconhecimento de homens, mas preocupe-se com a recompensa divina.
Vamos trabalhar para o Senhor com afinco e vigor. Trabalhemos com Deus e para Deus, pois Ele já trabalha por nós. Porque “desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.” (Isaías 64.4).
Rev. Jeremias Pereira 
8ª Igreja Presbiteriana da BH