domingo, 27 de março de 2016

Libertação? Apenas em Cristo!



 A LIBERTAÇÃO QUE VEM DO SENHOR

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32).

            O Brasil vive um momento que reflete aprisionamento espiritual. Mas pode conhecer a verdadeira libertação, ficando livre da idolatria, das superstições, das crendices absurdas e ridículas. Estas coisas se desdobram em ganância, desonestidade, imoralidade. 
João 8.32 ensina que para alcançar a libertação é preciso conhecer a verdade - Jesus.
            O problema do Brasil não é somente político, administrativo, econômico. É também moral e espiritual. O pecado está presente em toda parte, sendo o pecado da idolatria o principal. E é certo que o pecado prejudica qualquer processo.
            A Páscoa, seja no conceito judaico, seja no entendimento da cristandade, lembra libertação. O cordeiro morto quando da saída dos israelitas do Egito, tipificava Jesus. O sangue, que marcou as casas livrando da morte os primogênitos hebreus, apontava para o sangue que Jesus derramou na cruz. Israel ficou livre do Egito e nós estamos livres do pecado que nos condenava.
            Por acreditar no que diz o apóstolo, a Igreja defende a afirmação de João 8.36: “Se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres”. Esse filho não é outro senão Jesus, que tem como pai o Deus criador de todas as coisas. É ele quem diz: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).
            A liberdade proporcionada por Cristo implica em vida abundante. O Brasil pode experimentar vida abundante, livre das amarras do pecado, voltando-se para Jesus.
Rev. Mário Lopes

domingo, 20 de março de 2016

Aprendendo com o Pai (Deus)



 APRENDENDO COM O PAI
Lucas 15.11-32

            Vivemos um momento em que podemos afirmar, com base no que vemos, que a palavra do Senhor está se cumprindo. Disse Jesus: E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos (Mt 24.12). E é exatamente isto que constatamos: o esfriamento do amor nas relações de trabalho, no convívio familiar, nas relações sociais e, o que é pior, na convivência dos irmãos na igreja, surgindo, então, a inimizade.
            A parábola do Filho Pródigo fala da rebeldia do filho contra o pai, dando destaque ao amor do pai - que não simboliza outro senão o nosso Deus.
O amor de Deus deve servir de base para o desenvolvimento do amor que devemos ao nosso semelhante.
O Pai está sempre nos ensinando.
Com o Pai aprendemos a confiar que o mal não se perpetuará. O filho, que acabou indo comer com os porcos, era esperado todo o tempo. O Pai não desistiu do seu filho, como fazem muitos hoje, quando o filho vai para o mundo e fica esquecido. Para ele não há mais esperança. Podemos confiar na transformação, ainda que tudo pareça perdido.
Com o Pai aprendemos que gestos são importantes nos relacionamentos. Na parábola vemos o pai correr, abraçar e beijar. O correr demonstra a iniciativa para encontrar o outro; o abraço significa a proteção e o beijo está ligado ao compromisso, aliança que fazemos uns com outros.
Com o Pai aprendemos a importância da reconciliação. Éramos inimigos de Deus, sem paz e sem salvação, mas o Senhor nos reconciliou consigo em Cristo Jesus.
Cultivar a inimizade é comprometer o futuro; é falta de sabedoria.
Aprendemos com o Pai? Coloquemos, então, em prática.

Rev. Mário Lopes

terça-feira, 15 de março de 2016

Como faz falta



 Como faz falta!
Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).
Estamos num momento complexo. Ameaçados de ver o país se afundar numa desordem que prejudica a todos. Pessoas são acusadas e, em vez de se defenderem, acusam seus acusadores. Se todos estiverem falando verdades, o que seria bem improvável, ninguém presta! E o país caminhará prum  abismo.
Este texto acima exposto mostra as qualidades que Cristo apresenta para seu povo, garantindo a paz e a esperança. Bem que seria bom termos hoje homens e mulheres com pelo menos um pouco destas características. Falta direção. Falta razão. E falta visão de todo.
Cristo se apresenta como o caminho a ser seguido.  Hoje nossa nação não tem rumo. Uma definição clara de aonde queremos ir. Cristo se revela como a verdade. Senhor de todas coisas e motivo delas existirem. Nosso país se encontra tomado por pessoas motivadas pelo seu egoísmo e a busca de se satisfazer com poder e bens. Finalmente, o Senhor Jesus afirma não haver vida plena sem que Ele esteja no centro da nossa existência. Há em nossa nação uma epidemia de visão restrita, imediatismo e falta de preocupação com a sociedade e seus membros mais frágeis e necessitados.
Clamemos ao Senhor Deus para que Ele misericordiosamente levante mais homens e mulheres com tais virtudes.
Pb. Daniel Neto

domingo, 13 de março de 2016

Mordomia Cristã



MORDOMIA CRISTÃ
Gêneses 1.1-28

            Por que se faz necessária a preocupação com o meio ambiente? Porque a humanidade não se comportou como deveria no que diz respeito ao uso dos recursos naturais. As matas foram destruídas, os rios contaminados, a atmosfera poluída por causa da ganância. A preocupação primeira é com o reunir riqueza. Agora as nações são chamadas para adotarem medidas de “salvamento” do planeta.
            Gênesis 1.1-28 narra a criação de Deus, revelando que no sexto dia criou o Senhor o Homem. Este podia dominar sobre o que Deus criou por determinação do próprio Senhor.
            A preocupação de salvar o planeta não se faria necessária se houvesse apego à palavra de Deus, se o critério humano seguisse a determinação do Senhor.
            O conhecimento bíblico ajuda a pessoa a ser mais humana. Sendo mais humana, tem maior preocupação com a vida. Chegando a conhecer Jesus, o que pode acontecer pelo conhecimento bíblico, se vê como mordomo de Deus, e tirará da natureza o necessário e não o que deseja. Viverá de modo que o nome de Deus seja glorificado.
            O problema não está no tirar do mar e da terra o alimento. Mas em agredir, usando métodos para aceleração de processos produtivos.
            Um mordomo que não cumpre bem sua função perde o emprego. Deus nos acompanha, observando o modo como tratamos aquilo que ele tem disponibilizado a nós. Ele espera que, como mordomos, sejamos responsáveis, fiéis, leais.
            A mordomia cristã passa pelo cuidar bem de tudo o que o Senhor nos entrega para nosso bem estar, havendo também a preocupação com outrem. Inclui cuidar da vida e da natureza.
Rev. Mário Lopes