quarta-feira, 24 de julho de 2013

A GRANDE COMISSÃO DO SALVADOR

A GRANDE COMISSÃO DO SALVADOR
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”

            Jesus voltou ao céu, mas antes enviou seus discípulos ao mundo. Como o Pai havia enviado a Jesus, agora, Jesus envia seus discípulos. Todo aquele que foi alcançado pelo evangelho, deve ser um portador do evangelho. O propósito de Jesus é o evangelho todo, para toda a igreja, a toda a criatura, em todo o mundo. O método de Deus é a Igreja. Uma igreja que não evangeliza, precisa ser evangelizada. A igreja é um corpo missionário, ou um campo missionário. A tarefa da igreja é desinstalar-se e, na dinâmica da sua caminhada, fazer discípulos.
            Jesus não precisa de admiradores e fãs; ele quer discípulos, Jesus não se impressiona com multidões; ele quer discípulos. Aqueles que creem precisam ser integrados na igreja por meio do batismo em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. O batismo não salva, mas é testemunho da salvação. Não é o conteúdo da salvação, mas o seu sinal. Aqueles que são batizados precisam ser instruídos na Palavra e essa instrução não é apenas teórica, mas prática. Não é dirigida apenas à cabeça, mas também ao coração. Não somos o que conhecemos e falamos; somos o que fazemos.

Rev. Hernandes Dias Lopes
1ª Igreja Presbiteriana de Vitória-ES

Cada Dia Natal – 2012 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A ALIANÇA E A DEDICAÇÃO

A ALIANÇA E A DEDICAÇÃO
Deuteronômio 29
            Movimentos sem entendimento sempre existiram. Hoje vemos uma religião preocupada com o crescimento numérico da membresia. O que devia acontecer não acontece! Deus deveria ser anunciado como único Deus e as pessoas deveriam estar preocupadas em fazer a vontade do Senhor.
            Em Deuteronômio 29 vemos Moisés falando ao povo de Israel, considerando a renovação, na terra de Moabe, da aliança já firmada no Sinai. O povo é lembrado sobre o que Deus fizera no Egito e dos grandes sinais e maravilhas que realizou. Moisés fala ainda que Deus não permitiu que o povo entendesse sobre o que aconteceu, o coração do povo permaneceu endurecido. Mas chegara o momento de saber sobre a aliança que Deus desejou manter com o seu povo. Nesta aliança, Deus continuará cuidando do povo e provendo suas necessidades.
            Fatores importantes:
            a) A providência de Deus. Confiar que Deus estaria provendo era necessário. Deus, que chama seu povo para a aliança, já havia demonstrado o seu poder. Deus não permitiu que as vestes e sandálias do povo envelhecessem (v. 5); alimentou e dessedentou o povo; tomou as terras dos reis Seon e Ogue e entregou a Israel (vs. 7 e 8), etc.
            b) A obediência do povo. Deus exige total dedicação, condenando os ídolos e fazendo entender que o coração não deveria desviar-se dele. Fica certo que ninguém que ande na perversidade terá paz. Perigoso para Israel seria abandonar a aliança. Hoje não é diferente: muitos preferem andar longe do Senhor porque não compreendem o que Deus pode realizar em suas vidas.
            Façamos movimentos que possam ajudar as pessoas a entenderem sobre Deus, que é um Deus que age para o bem dos seus e que espera obediência e dedicação.
 Rev. Mário Lopes

sábado, 13 de julho de 2013

A JUSTIFICAÇÃO

Romanos 5.1-11
            Penso que toda inquietação da humanidade pode ser explicada a partir do primeiro versículo do texto acima. Enquanto o homem estiver longe de Deus, inimigo do Senhor, não haverá tranquilidade.
            Romanos 5.1-11 trata da justificação experimentada por quem passa a crer em Jesus e do desdobramento desta graça na vida do pecador.
            Aprender sobre a justificação ajudará a entender que todo um trabalho foi feito para que o homem não permanecesse longe do Senhor. Jesus assumiu a forma humana e, colocando-se no lugar do pecador, satisfez a justiça de Deus. O homem deveria ser condenado pelos seus pecados, mas em seu lugar, Jesus aceitou o castigo. Agora, perdoados os pecados, as pessoas são aceitas como justas.
            Podemos relacionar com a justificação:
         Amizade. A primeira coisa de que o homem precisa é ser amigo de Deus. Sendo amigo de Deus, pode, então, esperar o que passamos a considerar a partir do próximo parágrafo.
Paz. A paz que o mundo conhece está relacionada com o intervalo entre duas guerras ou a cessação de conflito. Em Deus, temos uma paz que independe do que acontece à nossa volta. É uma paz que “excede todo o entendimento” (Fp 4.7) porque está no coração e não nas circunstâncias. Se temos paz com Deus, experimentamos contentamento real, ainda que haja guerra.
            Esperança. Uma palavra do apóstolo Paulo própria para este momento: “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1Co 15.19). Justificados, podemos pensar nas moradas eternas que Jesus foi preparar (Jo 14.2).
            A justificação nos permite desfrutar do amor de Deus, de que nos tornamos amigos graças à intermediação de Jesus. Nessa condição podemos, então, esperar em paz nas promessas do Senhor. 
Rev. Mário Lopes

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Desperta Débora! Já orou pelo seu filho hoje ?

 Ninguém ora por um filho como uma Mãe. Imagine milhares de mães orando juntas!

Quem são as Déboras

São mães intercessoras, biológicas, adotivas ou espirituais, de qualquer denominação, comprometidas a orar diariamente por seus filhos e pela juventude brasileira, por no mínimo, 15 minutos diários.
Hoje já são mais de 40000 mães cadastradas em todo território brasileiro e vários países. A liderança do Desperta Débora é composta por mais de 1500 coordenadoras locais e regionais.

Como surgiu este movimento

Desperta Débora nasceu no coração de Deus, que tocou o Pastor Rev. Jeremias Pereira da Silva (8ª Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte) por ocasião da Consulta Global sobre Evangelização Mundial, em Maio de 1995 em Seul, na Coréia.
Um dos pontos altos desse encontro foi a consagração dos primeiros 100.000 jovens para a obra missionária. Durante esta consagração fez-se moção de gratidão às mães que oraram para que esse sonho se tornasse realidade. Tal fato fez nascer no coração do pastor Jeremias Pereira e do pastor Marcelo Gualberto (MPC - Mocidade Para Cristo do Brasil) o sonho de ver acontecer algo semelhante em nosso país.
Assim, esses dois pastores lançaram um desafio para que as mães brasileiras começassem a orar intensamente por um despertamento missionário no Brasil.
A esposa do pastor Jeremias, Ana Maria, foi convidada a unir-se a eles e assim os três iniciaram o movimento.
O nome Desperta Débora veio da leitura do livro de Juízes 5:7- 12. Débora foi uma juíza e mãe que se levantou para defender Israel, sua nação. Neste texto ela desafia a si mesma dizendo:
"Desperta, Débora, desperta, desperta, acorda..."

Alvos de oração das Déboras

• A conversão de seus filhos;
• A restauração daqueles que estão desviados, dentro e fora das igrejas;
• O despertamento missionário de 50.000 jovens que formarão a Geração Compromisso;
• A consagração da Geração Compromisso;
• Por um avivamento nas Escolas e Universidades.

Como fazer parte deste movimento

Se você quer ser uma Débora e fazer parte deste movimento de oração pela nossa juventude, venha até a nossa Igreja, e fale com o Pastor Rev. Mário Lopes, ou entre em contato com O INTEV:
 (Instituto de Evangelização e Missões - www.intev.org).

sábado, 6 de julho de 2013

A Vocação eficaz


                Na cidade de Filipos, reunidos junto ao rio, realizavam os discípulos do Senhor uma reunião de oração. Várias mulheres escutavam a palavra que era pregada, mas o Senhor abriu o coração de uma – Lídia - para “atender às coisas que Paulo dizia” (Atos 16.11-15). A Bíblia de Genebra diz sobre esta parte da Bíblia que “iluminação e persuasão divinas são necessárias para que o coração cego pelo pecado responda ao evangelho”.
A revelação de Deus sempre se fez presente, seja a revelação natural, seja a revelação especial. Entendemos, então, porque alguns ouvem e se interessam pelo Senhor e outros não dão crédito, quando paramos para pensar sobre o ensino da vocação eficaz.
                O texto de Atos 13.44-49 apresenta a fala dos apóstolos Paulo e Barnabé, que diziam aos judeus que primeiro a palavra deveria ser pregada a eles, mas, porque houve rejeição, a palavra foi então dirigida aos gentios. O texto fala, ainda, que os gentios que creram não creram por vontade própria.
                A vocação é eficaz:
                1) Porque Deus determina. Entrar no estado de graça não deve ser confundido com entrar para a Igreja. Os que são chamados pelo ministério da palavra, não se chegando nunca a Cristo, ainda que vivam na retidão não podem ser salvos. Somente os vocacionados por determinação de Deus serão salvos. Isto vale, inclusive, para a criança.
                2) Porque Jesus realiza. Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11.28-29). Este texto é suficiente para demonstrar o trabalho de Cristo chamando e tirando o pecador da sua triste condição espiritual.
                3) Porque o Espírito Aplica. O entender que se está sendo chamado por Deus não está ligado à eloquência do pregador nem ao entusiasmo com que apresentam os louvores a Deus, mas à ação do Espírito de Deus, que convence do pecado, da justiça e do juízo. É o espírito Santo operando com a palavra, com o louvor.

                A vocação eficaz nos  mostra que não depende do homem sair do estado de pecado para o estado de graça, mas única e exclusivamente de Deus.

Rev. Mário Lopes