sábado, 23 de junho de 2012

Pastoral 24.06.2012



O CRESCIMENTO DA IGREJA
Atos 4.1-4; 5.12-16

            Não era fácil aceitar a mensagem da igreja Cristã. Como Paulo uma vez declarou, ela “é ofensa para os judeus e loucura para os não-judeus”. Mas aquela era a única mensagem que a igreja tinha, e que era detestável para o homem natural. É espantoso que a igreja tenha crescido, apesar de tudo. Mas ela cresceu.
            O trabalho consiste daquele trabalho “paralelo” ou “marginal” realizado de forma invisível e que é revelado ao leitor da Bíblia: “E cada dia o Senhor juntava... as pessoas que iam sendo salvas.” Foi assim que ela cresceu. Ele deu crescimento. Foi pelo toque do seu Espírito e por seu poder agindo através de sua Palavra. Nem o mais convincente vendedor deste mundo pode acrescentar alguém a uma igreja.
            Ninguém jamais se filiará realmente a uma igreja sem que Cristo o coloque ali. O fato de que é o Senhor quem acrescenta os novos membros à igreja nos desperta e anima. Não temos que nos preocupar com o crescimento numérico. Ele dá o crescimento. Isto não depende do nosso talento. Depende somente da graça e poder de Cristo através do Espírito e por meio do uso da Palavra.
            Nosso papel é ser fiel, orar, testemunhar e falar do Evangelho. O resto é com Ele.

Cada Dia – Agosto de 2009

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pastoral 17/06/2012 - A família e o desenvolvimento sustentável


A FAMÍLIA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Provérbio 22.6

            Está acontecendo a Rio + 20, uma conferência que discute o desenvolvimento sustentável. É preciso encontrar métodos para melhorar o planeta, que durante anos foi prejudicado pela humanidade que só pensou em desfrutar do que a terra oferece, pensando em riqueza.
            Como seria se cada um tirasse da terra somente o necessário para a sua sobrevivência?
            Nesse meio está a família, esquecida e mal cuidada. Parece que seria mais simples - e ficaria mais barato - retomar o processo educacional, que naturalmente inclui lições de cuidado com a natureza. 
            O texto acima chama a atenção para a importância do ensino. Dependendo de onde queremos ver nossos filhos, escolheremos a direção.
            A humanidade precisa ser convencida de que com nossos filhos andando no caminho em que devem andar, veremos grandes mudanças, e poderemos esperar melhoria, mesmo num tempo em que a indisciplina é geral, onde poucos temem a Deus, o direito do próximo não é respeitado, a vida social é desenvolvida na base do interesse, não há preocupação se o lixo colocado em lugar impróprio vai causar mal ao próximo, se o uso indevido dos recursos naturais como água, energia elétrica, alimentos, causará escassez.
            Não tenham dúvida de que a família orientada pela palavra de Deus levará o mundo ao desenvolvimento sustentável.
Pr. Mário Lopes 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Pastoral 10.06.2012


ESTUDANDO A CONFISSÃO DE FÉ
Capítulo VI

DA QUEDA DO HOMEM, DO PECADO E DO SEU CASTIGO

I. Nossos primeiros pais, seduzidos pela astúcia e tentação de Satanás, pecaram, comendo do fruto proibido. Segundo o seu sábio e santo conselho, foi Deus servido permitir este pecado deles, havendo determinado ordená-lo para a sua própria glória. 
II. Por este pecado eles decaíram da sua retidão original e da comunhão com Deus, e assim se tornaram mortos em pecado e inteiramente corrompidos em todas as suas faculdades e partes do corpo e da alma. 
III. Sendo eles o tronco de toda a humanidade, o delito dos seus pecados foi imputado a seus filhos; e a mesma morte em pecado, bem como a sua natureza corrompida, foram transmitidas a toda a sua posteridade, que deles procede por geração ordinária. 
IV. Desta corrupção original pela qual ficamos totalmente indispostos, adversos a todo o bem e inteiramente inclinados a todo o mal, é que procedem todas as transgressões atuais. 
V. Esta corrupção da natureza persiste, durante esta vida, naqueles que são regenerados; e, embora seja ela perdoada e mortificada por Cristo, todavia tanto ela, como os seus impulsos, são real e propriamente pecado. 
VI. Todo o pecado, tanto o original como o atual, sendo transgressão da justa lei de Deus e a ela contrária, torna, pela sua própria natureza, culpado o pecador e por essa culpa está ele sujeito à ira de Deus e à maldição da lei e, portanto, exposto à morte, com todas as misérias espirituais, temporais e eternas. 

terça-feira, 5 de junho de 2012

2º Congresso de Casais - 2012


Igreja Reformada


Basicamente, quando falamos de Fé Reformada, referimo-nos à verdadeira religião cristã, como foi recuperada durante a Reforma Protestante dos séculos 16 e 17. Esse texto tratará de alguns assuntos referentes à fé Reformada, que a Igreja Presbiteriana do Brasil crê, mas você não encontrará a abordagem daqueles pontos cardeais da religião cristã que as Igrejas Reformadas compartilham com as demais, a saber, a Trindade, a expiação, a justificação pela fé, o nascimento virginal e a ressurreição corpórea de Jesus, seus milagres e a inspiração das Escrituras Sagradas.
A Fé Reformada adota todas as doutrinas apostólicas estabelecidas na Bíblia e formuladas em credos pelos grandes concílios ecumênicos da Igreja Primitiva. Ela é um relacionamento com Deus, através da mediação de Jesus Cristo, baseado no Evangelho revelado por Ele e pelas Escrituras Sagradas.
O conteúdo desse trabalho é seletivo e não abrange toda a fé cristã; não se pretende nem objetiva oferecer um resumo exaustivo da fé Reformada, antes aborda os princípios reformados, a Teocentricidade, a eleição, o sacrifício de Cristo e a Graça Irresistível de Jesus por nós, pecadores.
Fonte: IPB - http://www.ipb.org.br

Nossa Doutrina


O que é ser Presbiteriano? Nossa doutrina.

A Igreja Presbiteriana do Anil é uma igreja comprometida com o Senhor Jesus Cristo e com Seu Evangelho. Historicamente, somos reformados, jurisdicionados à Igreja Presbiteriana do Brasil, presente no país desde 1859.
Como Presbiterianos, afirmamos antigos conceitos da Igreja Cristã, tais como o Credo Apostólico; e expressamos nossa fé através da Confissão de Fé de Westminster, elaborada em 1647.
A Confissão de Fé de Westminster está subordinada à autoridade de Jesus Cristo como Ele proclamou e revelou nas Sagradas Escrituras, a Bíblia. Como os tempos e necessidades mudam, continuamos a exercitar nossa fé e aplicá-la na sociedade em nossos dias.


DE DEUS E DA SANTÍSSIMA TRINDADE
I. Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e perfeições. Ele é um espírito puríssimo, invisível, sem corpo, membros ou paixões; é imutável, imenso, eterno, incompreensível, - onipotente, onisciente, santíssimo, completamente livre e absoluto, fazendo tudo para a sua própria glória e segundo o conselho da sua própria vontade, que é reta e imutável. É cheio de amor, é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso e verdadeiro remunerador dos que o buscam e, contudo, justíssimo e terrível em seus juizos, pois odeia todo o pecado; de modo algum terá por inocente o culpado.
Ref. Deut. 6:4; I Cor. 8:4, 6; I Tess. 1:9; Jer. 10:10; Jó 11:79; Jó 26:14; João 6:24; I Tim. 1:17; Deut. 4:15-16; Luc. 24:39; At. 14:11, 15; Tiago 1:17; I Reis 8:27; Sal. 92:2; Sal. 145:3; Gen. 17:1; Rom. 16:27; Isa. 6:3; Sal. 115:3; Exo3:14; Ef. 1:11; Prov. 16:4; Rom. 11:36; Apoc. 4:11; I João 4:8; Exo. 36:6-7; Heb. 11:6; Nee. 9:32-33; Sal. 5:5-6; Naum 1:2-3.
II. Deus tem em si mesmo, e de si mesmo, toda a vida, glória, bondade e bem-aventurança. Ele é todo suficiente em si e para si, pois não precisa das criaturas que trouxe à existência, não deriva delas glória alguma, mas somente manifesta a sua glória nelas, por elas, para elas e sobre elas. Ele é a única origem de todo o ser; dele, por ele e para ele são todas as coisas e sobre elas tem ele soberano domínio para fazer com elas, para elas e sobre elas tudo quanto quiser. Todas as coisas estão patentes e manifestas diante dele; o seu saber é infinito, infalível e independente da criatura, de sorte que para ele nada é contingente ou incerto. Ele é santíssimo em todos os seus conselhos, em todas as suas obras e em todos os seus preceitos. Da parte dos anjos e dos homens e de qualquer outra criatura lhe são devidos todo o culto, todo o serviço e obediência, que ele há por bem requerer deles.
Ref. João 5:26; At. 7:2; Sal. 119:68; I Tim. 6: 15; At - . 17:24-25; Rom. 11:36; Apoc. 4:11; Heb. 4:13; Rom. 11:33-34; At. 15:18; Prov. 15:3; Sal. 145-17; Apoc. 5: 12-14.
III. Na unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade - Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, O Pai não é de ninguém - não é nem gerado, nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai; o Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho.
Ref. Mat. 3:16-17; 28-19; II Cor. 13:14; João 1:14, 18 e 15:26; Gal. 4:6.

Caminhada Presbiteriana em Copacabana - 12.08.2012


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Pastoral 03.06.2012

ESTUDANDO A CONFISSÃO DE FÉ
Capítulo II DE DEUS E DA SANTÍSSIMA TRINDADE
I. Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e perfeições. Ele é um espírito puríssimo, invisível, sem corpo, membros ou paixões; é imutável, imenso, eterno, incompreensível, - onipotente, onisciente, santíssimo, completamente livre e absoluto, fazendo tudo para a sua própria glória e segundo o conselho da sua própria vontade, que é reta e imutável. É cheio de amor, é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso e verdadeiro remunerador dos que o buscam e, contudo, justíssimo e terrível em seus juízos, pois odeia todo o pecado; de modo algum terá por inocente o culpado. 
II. Deus tem em si mesmo, e de si mesmo, toda a vida, glória, bondade e bem-aventurança. Ele é todo suficiente em si e para si, pois não precisa das criaturas que trouxe à existência, não deriva delas glória alguma, mas somente manifesta a sua glória nelas, por elas, para elas e sobre elas. Ele é a única origem de todo o ser; dele, por ele e para ele são todas as coisas e sobre elas tem ele soberano domínio para fazer com elas, para elas e sobre elas tudo quanto quiser. Todas as coisas estão patentes e manifestas diante dele; o seu saber é infinito, infalível e independente da criatura, de sorte que para ele nada é contingente ou incerto. Ele é santíssimo em todos os seus conselhos, em todas as suas obras e em todos os seus preceitos. Da parte dos anjos e dos homens e de qualquer outra criatura lhe são devidos todo o culto, todo o serviço e obediência, que ele há por bem requerer deles. 
III. Na unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade - Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, O Pai não é de ninguém - não é nem gerado, nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai; o Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho.