segunda-feira, 27 de julho de 2015

Dia Nacional do Adolescente [ DNA ]


 O ADOLESCENTE E A FAMÍLIA
Lucas 2.41-44
            “Quem tem, sabe o que significa ter família”. Ouvi esta frase da boca de um apresentador que não recomendo. E agradeço a Deus porque em meio a tantas palavras mal ditas, surge alguma que pode ser considerada bendita.
            Lucas 2.41-44 menciona a família de José, à qual pertencia Jesus, que crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele (Lc 2.40). Depois de, em obediência à lei, apresentar a Deus Jesus, que era o primogênito e estava com 12 anos, a família regressava para casa. Mas deram falta dele e voltaram para procurá-lo.
            Em meio aos inúmeros questionamentos próprios a um adolescente, é necessário que ele esteja convencido de que a família é um bem importante. Muitos querem deixar suas casas porque sonham que distantes delas poderão encontrar mais alegria e satisfação. Alguns acabam perdidos, sem rumo e sem direção. Cabe aqui lembrar que os pais que construíram um relacionamento saudável com seus filhos terão resultados diferentes daqueles que os deixaram de lado.
            Sabemos que Jesus foi levado a cumprir a lei e os costumes da família, tais como participar das festas, ser circuncidado e apresentado a Deus como primeiro filho. Havia preocupação dos pais em relação a Jesus. Como os pais estão tratando os filhos hoje? Filhos que ainda não são adolescentes, não pularão esta etapa. Contudo, ela não precisa ser tão difícil.  Ao invés de rebeldia, poderão ter um comportamento mais tranquilo, serem amáveis, compromissados com Deus. Mas, para isso, é necessário que os pais estejam atentos em observar em que caminho estão ensinando a criança a andar.
                        Rev. Mário Lopes

terça-feira, 21 de julho de 2015

Quem tem respostas?


Quem tem respostas?
1 Coríntios 2.14

            Com a quantidade absurda de informação a nos bombardear, seja nos programas de TV, canais da internet, placas na rua e até o velho rádio, ficamos perplexos e nos sentindo incapazes de entender o nosso mundo ao redor. São tantas coisas estranhas, assustadoras, bizarras e inesperadas acontecendo que o conceito de realidade parece perdido. Juntamente com o sentido do que é certo e o que é errado.
            Não é raro acompanhar as notícias um ¨especialista¨ que, à convite do comunicador, tece comentários e avalia a situação sob seu ponto de vista. Estabelecendo, de forma confortável pra muitos, a versão definitiva. A opinião final. Via de regra, uma versão tendenciosa, intencional e à revelia da verdade bíblica.
            O apóstolo Paulo nos convida a termos uma perspectiva nova e revolucionária: refletir e compreender o mundo sob a ótica espiritual em detrimento da suposta sabedoria dos poderosos. Se os poderosos daquele tempo rejeitaram e crucificaram a Cristo, os poderosos de hoje controlam os meios de formação de opinião e apontam sempre na direção que lhes é favorável e lucrativa.
            Conhecer a Palavra e praticá-la, numa vida de santidade e devoção nos aproxima de Deus e nos capacita a ouvir a Sua voz. Pensando com a mente de Cristo.

Presbítero Daniel

domingo, 12 de julho de 2015

O Diaconato - Atos 6.1-7


O DIACONATO
           Jesus estava no povoado de Betânia, sentado à mesa na casa de Simão, o Leproso. Então uma mulher chegou com um frasco feito de alabastro, cheio de perfume de nardo puro, muito caro. Ela quebrou o gargalo do frasco e derramou o perfume na cabeça de Jesus. Alguns que estavam ali ficaram zangados e disseram uns aos outros: — Que desperdício! Esse perfume poderia ter sido vendido por mais de trezentas moedas de prata, que poderiam ser dadas aos pobres. Eles criticavam a mulher com dureza, mas Jesus disse: — Deixem esta mulher em paz! Por que é que vocês a estão aborrecendo? Ela fez para mim uma coisa muito boa. Pois os pobres estarão sempre com vocês, e, em qualquer ocasião que vocês quiserem, poderão ajudá-los” (Mc 14.3-7 Bíblia na Linguagem de Hoje). A fala de Jesus, no versículo 7, pode ser uma profecia, mas também pode ser uma constatação: “os pobres estarão sempre com vocês”. No primeiro caso não há o que fazer. Haverá sempre pobre. Mas no segundo caso, a responsabilidade cai sobre nós.
                Atos 6.1-7 menciona o crescimento da igreja e a murmuração de alguns porque viúvas não estavam recebendo ajuda. Diz ainda que os apóstolos resolveram fazer uma convocação para a eleição de diáconos que ficariam responsáveis pelo serviço de assistência.
                A Igreja Presbiteriana elege diácono para, dentre outras atribuições, cuidarem dos necessitados. O que ajudaria os diáconos a desenvolver bem o seu trabalho?   Li um texto que falava sobre a necessidade de fazermos circular os bens de Deus. Fiquei pensando: muitos enfermos não podem comprar seus remédios; pessoas não estão estudando porque lhes falta recursos; muitas e muitas pessoas não conseguirão comprar uma casa própria. Não quero com isso entristecer ninguém, mas levar a uma reflexão sobre o que estamos fazendo com os bens que o Senhor tem colocado à nossa disposição. Se aplicássemos aquilo que recebemos de Deus segundo os parâmetros do Evangelho, a junta diaconal poderia trabalhar mais e melhor, tendo mais recursos disponíveis para atender aos necessitados.
 Rev. Mário Lopes

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A OBRA MISSIONÁRIA


A OBRA MISSIONÁRIA
1 Coríntios 15.1-19
            Agora é a nossa vez de fazer! Antes, outros fizeram. Os alcançados por nossa pregação estarão fazendo para que mais pessoas estejam congregadas esperando a salvação em cristo Jesus. O trabalho não pode parar.  Disse o Senhor Jesus: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4). Esta palavra pode ser entendida como uma ação da Trindade, e também como de responsabilidade de todos que estão envolvidos com Cristo.
            Em Coríntios 15.1-19 o apóstolo Paulo lembra aos irmãos da igreja de Corinto a importância do evangelho que ele comunicou no desenvolvimento da sua obra missionária, que recebeu de Cristo, palavra pela qual quem crer será salvo.
            Pontos importantes para o trabalho missionário:                             Lembramos que cada crente é um missionário, esteja onde estiver. Qual seria o resultado se concomitantemente todos estivessem realizando a obra?
            As diferenças devem ser consideradas e deve ser adotada uma estratégia para que não haja prejuízo para o trabalho missionário. A ética, que devemos conservar, não nos proíbe de fazermos algo diferente do que fazemos. O proibido é pecar.
            Devemos ter consciência da superioridade dos valores éticos e da mensagem cristã. Se não percebemos no evangelho o valor que ele tem, a nossa pregação fica prejudicada. É o falar por falar.
            A revelação da salvação em Cristo é única. Fora de Cristo não há salvação. E somente Cristo nos assegura a ressurreição para uma vida eterna e gloriosa.
            Assim, esperamos, com firmeza e convicção, a ressurreição, a volta de Cristo e a vida eterna.
Rev. Mário Lopes
Igreja Presbiteriana Anil