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domingo, 21 de agosto de 2016

FORMANDO HOMENS DE BEM

FORMANDO HOMENS DE BEM
Mateus 7.24-28

            Nas olimpíadas foram premiados os melhores. E suas famílias se manifestaram orgulhosas. Mas o que deve nos levar a ter orgulho dos nossos filhos?
Existem pelo mundo a fora, os cursos, as escolas, as faculdades, as universidades, que têm como objetivo a formação acadêmica ou profissional. Nenhuma destas unidades de ensino forma o caráter das pessoas. Isto começa a acontecer no lar.
O texto de Mateus 7.24-28 é o final do Sermão do Monte, pregado pelo Mestre dos mestres, o Senhor Jesus. Aqui temos uma comparação: Quem ouve a palavra e a pratica é como um homem prudente, já o que ouve e não a pratica, é comparado a um homem insensato.
O homem prudente deve refletir Jesus. Ninguém foi mais ético do que o Senhor. Para nossa tristeza e vergonha, já houve quem dissesse que aceitava Jesus, mas não o cristianismo.
O cristianismo deveria ser formado por pessoas que aceitassem o desafio de ser como Jesus. Então, nossos filhos deveriam crescer familiarizados com esta ideia.
A insensatez é a ação sem reflexão. Há muito tempo a Bíblia ensina que “não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado” (Pv 19.2). O insensato é o homem sem juízo.
Quem tem juízo julga de acordo com a vontade de Deus, no dia-a-dia e nos tribunais (Online Bible).
A sociedade está acostumada ao mal e sempre espera o pior do indivíduo. Neste sentido, a sociedade necessita de homens que a decepcionem por fazer a coisa certa, homens de caráter. Somente as famílias podem preparar pessoas que possam responder positivamente à sociedade. Há uma espera por homens de bem. E, fora da Palavra de Deus, ninguém terá o caráter aperfeiçoado.

Rev. Mário Lopes
 


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Caminho para o Avivamento



Tiago 4.1-10
            Reformar, na construção civil, é transformar uma realidade arquitetônica em outra muito melhor. Não há reforma completa sem a eliminação do que está ruim. Assim, também podemos dizer que para melhorarmos espiritualmente precisaremos passar por uma reforma, eliminando aquilo que atrapalha o desenvolvimento na direção do Senhor.
            Thiago 4.1-10 aponta um caminho para melhorarmos como crentes no Senhor Jesus, falando sobre o que deve ser eliminado e acrescentado, depois de dizer de onde procede aquilo que não produz resultados para a glória de Deus.
            O 2º livro dos Reis narra sobre o Rei Josias. Depois de encontrar o Livro da Lei, Josias passou a se preocupar com o sagrado, e promoveu a obra do templo que estava danificado. A partir daí, por dar atenção à palavra de Deus, grandes mudanças começaram a ocorrer.
            Queremos a transformação da realidade que nos traz desconforto? Vejamos, então:
            A combinação do se sujeitar a Deus e resistir ao diabo faz com que o diabo vá para longe de nós. Se nos achegarmos a Deus, ele se chegará a nós. Não há do que reclamar se Deus está presente. Tudo se ajusta e se harmoniza.
            Eliminações são necessárias. Quando pensarmos em purificação, devemos considerar aquilo que deve sair da nossa vida. Se há algo que atrapalha a nossa comunhão com o Senhor, não deve permanecer conosco. Purificar é eliminar o que é impuro.
            Confiemos que a realidade pode ser modificada para melhor no Senhor, produzindo um avivamento tão necessário à vida da Igreja.
Rev. Mário Lopes
Igreja Presbiteriana Anil

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A INCREDULIDADE DO CRENTE



                “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto” (Hb 3.7-8).
               
Há incredulidade entre os crentes?
Vejamos o que diz João 20.24-25: “Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.” De outra feita estava Jesus reunido com o seus discípulos, quando chamou Tomé para que tocasse em suas feridas, dizendo não seja incrédulo, mas crente. Ainda disse Jesus: “Por que me vistes, creste? Bem-aventurado os que não viram e creram” (v. 29). Duvidar dos fatos, não esperar nas promessas, desobedecer são atitudes de quem não está no melhor estado de crente (Jo 20.26-29)
A vida do crente segue um caminho diferente da vida do não crente. A violência, a imoralidade, os vícios são problemas que têm origem comum – a incredulidade. O homem longe de Deus não tem direção, está na escuridão, suas ações são desordenadas. Agora, entre os crentes, também há comportamento como o daqueles que não creem, o que é muito preocupante.
A Palavra de Deus tem sido pregada, mas muitos corações permanecem empedernidos, duros como pedra, sem considerar a orientação que vem do Senhor: “Não endureçais o vosso coração”.
Várias são as consequências da incredulidade. A incredulidade não permite que o homem viva em paz. Ainda que não haja conflito, a preocupação com o que vem após túmulo lhe tira a paz. Isso pode ser melhor entendido quando atentamos para as palavra de Jesus, quando diz: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim” (Jo 14.1).
 A incredulidade afasta o homem de Deus e, consequentemente, das promessas. Os filhos de Israel que saíram do Egito não entraram na terra prometida, ficando pelo deserto.
Não abandonemos a ideia de que no Senhor somos mais que vencedores. A perseverança deve acompanhar aqueles que conhecem a Palavra do Senhor. A dúvida atrapalha a caminhada.
Conservemos o coração amolecido diante da Palavra de Deus.

Rev. Mário Lopes