IPANIL

segunda-feira, 1 de maio de 2017

A IGREJA E O SEU CHAMADO






  “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

O que vem a ser a igreja? Conforme a Bíblia, o termo igreja pode designar a congregação de pessoas, sem necessariamente estar associado a um edifício. Etimologicamente a palavra grega traduzida por igreja, conforme pesquisa, é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados. Concluimos, então, que formamos um grupo dos que foram chamados para fora. Isto nos permite dizer que, literalmente, fomos não apenas chamados para fora do pecado, da perdição, das trevas, mas para sair ao encontro do pecador.
Mateus 28.19 nos apresenta o ide de Jesus para fazermos discípulos, levando pessoas ao comprometimento com o Senhor. No ensinar, pessoas aprendem que devem ser batizadas, passando a fazer parte da Igreja de Jesus.
Já ouvimos sobre a igreja por dentro, mas ela tem também um chamado para fora. Se a igreja funciona para si, ensimesmada, perde a sua razão de ser. Seria bom que a Igreja aplicasse, na prática, o que a igreja já significa literalmente: “Assembleia dos que foram chamados para fora” (R. K Camphell). Se devemos sair, ir e chegar, façamos assim! Afinal, devemos ser o que o Senhor deseja que sejamos. Estar próximo às pessoas do bairro é uma necessidade. Isto pode orientar a nossa pregação, que vai conter palavras relevantes, e nossas ações, de modo que não estejamos oferecendo aquilo que as pessoas não necessitam. Pensar que Deus enviou Jesus ao mundo para salvar o pecador dos seus pecados pode ajudar cada um a se enviar cumprindo o ide de Jesus.
Rev. Mário Lopes
Igreja Presbiteriana Anil

domingo, 16 de abril de 2017

POR QUE A INSTITUIÇÃO DA CEIA NA PÁSCOA?

POR QUE A INSTITUIÇÃO DA CEIA NA PÁSCOA?
Mateus 26.17-30

O ser humano, em todo o tempo, procura amarras para prender-se. Acreditando estar livre para fazer o que deseja, encontra-se em prisão. O resultado disso é uma sociedade desajustada, perversa, injusta. Se fosse totalmente abandonada por Deus já teria sucumbido.

O texto de Mateus 26.17-30 diz que os discípulos queriam saber onde Jesus queria que preparassem a Páscoa. Enquanto comemoravam, Jesus indica quem o trairia. Mas o mais importante foi quando Jesus instituiu o sacramento que chamamos de Ceia para simbolizar sua morte e a libertação operada por Ele. Essa celebração foi instituída por ocasião da festa que os judeus realizavam lembrando a saída do Egito, quando foram libertos por Deus da escravidão imposta por faraó.

A celebração da Ceia lembra que Jesus morreu por causa dos nossos pecados, removendo a culpa que nos separava de Deus. Que todas as vezes que nos reunirmos para essa celebração, pessoas sejam impactadas com a mensagem que ela transmite. Jesus “foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Rm 4.25).

Rev. Mário Lopes
Igreja Presbiteriana Anil

segunda-feira, 20 de março de 2017

Presbíteros - CIPB


Seção 3ª – Presbíteros

Art. 50. O Presbítero Regente é o representante imediato do povo, por este eleito e ordenado pelo Conselho, para, juntamente com o pastor, exercer o governo e a disciplina e zelar pelos interesses da igreja a que pertencer, bem como pelos de toda a comunidade, quando para isso eleito ou designado.

domingo, 12 de março de 2017

Oficiais da Igreja Presbiteriana do Brasil

                                                                        
Oficiais da IPB

Seção 1ª - Classificação:
Art. 25. A igreja exerce as suas funções na esfera da doutrina, governo e beneficência, mediante oficiais que se classificam em:

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

UM NOVO ANO – UM NOVO TEMPO



UM NOVO ANO – UM NOVO TEMPO
Romanos 6.1-6

                Para ser novo, para ser diferente, o que precisaremos evitar? Sonhamos com resultados, que nem sempre chegam. Se vamos fazer do mesmo jeito, o resultado não poderá ser outro. Em referência ao ano, classificamos de bom ou ruim, como se assim pudéssemos fazer. Não há nada mágico na passagem de um ano para o outro. Queremos dias melhores? Devemos, então, trabalhar para isso. Qual o nosso trabalho? Em que condições estamos?