A PERSEVERANÇA DOS SANTOS


            A instalação de trabalho visando à formação de uma igreja acontece com frequência. Pessoas passam a se relacionar com o grupo e o esforço dos interessados no trabalho para que as pessoas permaneçam torna-se visível. O trânsito de pessoas vai acontecendo de modo a animar ou desanimar quem quer realmente ver o trabalho crescer. Há quem sofra por causa daqueles que não permanecem firmes, sem, contudo, considerar às vezes o que a Palavra do Senhor ensina.
            “Os que Deus aceitou em seu Bem-amado, os que ele chamou eficazmente e santificou pelo seu Espírito, não podem decair do estado da graça, nem total, nem finalmente; mas com toda a certeza hão de perseverar nesse estado até ao fim e serão eternamente salvos”. Esse texto da confissão de Fé de Westminster considera os ensinos dos apóstolos Paulo, João e Pedro. A verdade é que pertencemos a Deus e ninguém pode tirar-nos das mãos do Senhor.
Perseveramos não por nossa vontade, mas devido à imutabilidade do decreto de Deus quando nos elegeu, motivado pelo seu amor, pela eficácia da ação de Cristo, pelo convencimento do espírito. Tudo isto porque somos alcançados pela graça de Deus.
Alguns, porém, pelas tentações de Satanás e do mundo, pela força da corrupção que nos acompanha e devido à “negligência dos meios de preservação, podem cair em graves pecados e, por algum tempo, continuar neles; incorrem assim no desagrado de Deus, entristecem o seu Santo Espírito e de algum modo vêm a ser privados das suas graças e confortos; têm os seus corações endurecidos e as suas consciências feridas; prejudicam e escandalizam os outros e atraem sobre si juízos temporais” (Confissão de Fé de Westminster).
Como no passado, hoje, alguns dos escolhidos, afastando-se de fazer o seu melhor, aborrecem o Senhor, mas a misericórdia os alcança. Os que são de Deus perseveram.

       Pastor

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